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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

MINHA HISTÓRIA 36° - PARTE - VENCENDO A MALDITA VOZ

Depois de tudo isso, não foi fácil permanecer em um lugar onde todos que estava a o meu redor odiavam, meus amigos se afastaram de mim, pessoas que se diziam amigas não mais queriam está comigo porque afinal eu estava na Universal, a igreja “polêmica do Edir Macedo”.
Passei a enfrentar a  “maldita voz” de frente, cara a cara, ela começou a me atacar pessoalmente, quando eu tentava fazer qualquer coisa que me ligasse a Deus.
Entrei no grupo de evangelização, o Obreiro responsável pelo grupo nos orientava a lutar pela nossa salvação e pelo encontro com Deus. Comecei a fazer tudo que era ensinado, fazia todos os propósitos, comecei a desejar ardentemente a minha libertação, queria ser livre daquela “maldita voz”.
 A cada propósito sofria afronta da “maldita voz”, nas madrugadas quando me ajoelhava para orar de olhos fechados, ouvia nitidamente alguém pulando na minha frente, quando eu abria os olhos não era ninguém fisicamente falando, tinha muito medo, ficava com medo de orar e terminava orando de olhos abertos. Comecei a ajoelhar nos pés de minha cama, ouvia uma som de alguém passando as unhas na cortina do meu quarto, era horrível....Mas não desisti, continuei orando.... ou melhor tentando orar.
Numas dessas madrugadas de oração alguém deu dois tapas nas minhas costas, nossa!!!!, me mantive firme e forte continuei orando mesmo com muito medo não abria os olhos. Tinha entregado meu filho na mão do pai por conta das dificuldades, então eu tinha certeza que estava sozinha em casa. Isso era o pior, saber que só tinha eu e a maldita voz tentando me parar. Eu tinha muito medo dela. Sofri com dores insuportáveis na coluna, que não me deixavam caminhar para ir a Igreja, mesmo assim, eu estava lá todas as manhãs..... de domingo a domingo.....
Passei a manifestar com a maldita voz nos cultos de libertação. A manifestação era na mente, que controlava meu corpo e meus sentimentos através do intelecto. A maldita voz me fazia sentir, agir e pensar de como ela com relação a aquelas orações de imposição de mãos. Ela tentava me usar para bater nos obreiros, matar o pastor etc.
Todas as Vezes que o pastor chamava quem queria ser livre eu era a primeira a está la na frente, sem medo, sem vergonha, e sem pensar no que as pessoas iriam pensar de mim.
Até que fiquei livre dessa “maldita voz” completamente.

Continua....

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