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quinta-feira, 17 de abril de 2014

MINHA HISTÓRIA 28° - PARTE - EM BUSCA DE UMA NOVA VIDA

Comecei a frequentar a Universal escondido dos meus amigos e do meu noivo por algumas semanas. Mas continuava a velha vida, me relacionando com 3 homens simultaneamente... me vestindo do mesmo jeito, mas dentro de mim gritava por mudança, comecei a ficar com a consciência pesada e me sentia cobrada para abandonar tudo o que eu vivia de errado.

Ouvi uma Palavra que fala de largar o pecado. Prontamente, quando acabou a reunião liguei para os dois amantes na porta da igreja mesmo e terminei, um deles, eu me relacionava já a 7 anos, ele riu e disse que pagaria para ver se eu conseguiria ficar longe dele por muito tempo. Confesso que nem eu sabia como eu ia conseguir isso, afinal a paixão que tínhamos um pelo outro superou até mesmo a distancia e o tempo. Era algo diabólico mesmo, uma paixão avassaladora.... Mas como eu estava em busca de mudanças, queria ser normal, queria esse verdadeiro amor e felicidade que o pastor falou, estava disposta apagar o preço.

Fui para casa e falei que queria casar com meu noivo, ele aceitou. Continuei indo escondido dele, porque eu sabia que ele odiava a Universal.
Passaram-se quatro meses, eu não tinha mais insônia, não traia mais ele, e estava me sentindo bem melhor. Ele estava bem desconfiado de que eu estava indo para algum lugar escondido dele e começou a me ligar no horário em que eu estava na reunião, eu ficava nervosa, começava a tremer e não consegui me concentrar no que o pastor falava. Ele insistia tanto que eu o atendia, ele ficava insistindo para eu dizer onde eu tava, eu mentia, enrolava porque eu tinha muito medo da reação dele., dizia que estava próximo que já estava chegando e ele dizia que vinha ao meu encontro com medo de ele me pegar dentro da Universal eu saia correndo de dentro da igreja e ele me pegava no caminho com muita raiva ele queria saber onde eu tava e eu mentia.

Até quando não deu mais jeito eu tive que falar. Ele ficou com tanto ódio e disse que não me queria nessa igreja de forma nenhuma. Mas eu insisti, dizendo que continuaria indo, e continuei. Ele várias vezes invadiu a igreja e me puxava pelo braço, eu me sentia muito envergonhada, mas o desejo de mudar era maior que a vergonha que ele me fazia passar e eu continuava indo.

Tinha muita dificuldade de me concentrar nas reuniões, quase nunca consegui ouvir o que o pastor falava, sempre na minha cabeça tinha vozes e a “maldita voz” me fazia pensar em um montão de coisas que não tinha nada a ver, inclusive, era ela que usava meu ex noivo para ligar para mim e me persegui quando eu estava nas reuniões.
Eu ia aos domingos pela manhã e ele ia me buscar com muito ódio e me levava para a praia.

Teve uma mini vigília para quem queria ser de Deus e eu fui, era das 7 as 22. Eu estava buscando o Espírito Santo, quando ele entrou na igreja me deu dois tapa no braço e saiu me arrastando com ancia de vomito e muito nojo, gritando que odiava aquele lugar, que tinha muito nojo dali. Ele me jogou dentro do carro com violência e segui para um barzinho, eu não aceitei ir, chorei muito pedindo para ir para casa, tinha deixado meu filho dormindo sozinho em casa para participar dessa mini vigília.
Ele abriu a porta do carro e mandou eu ir andando se eu quisesse ir para casa, foi horrível, muito humilhante, chorei muito nesse dia, fui para casa chorando e ele foi para o bar.
Eu não entendia muito as coisas, eu achava que ele estava com ciúmes, mais nunca imaginaria que era os comparsas da “maldita voz” lutando junto com ela pela minha vida.
Comecei a manifestar com a “maldita voz”, que mandava eu matar o pastor e bater nos obreiros. Chegava muito cedo nas reuniões e ali sentada com a “maldita voz” atormentando minha mente, sentia muito ódio, sem explicação, vontade de matar todos que passassem pela minha frete, queria ver o sangue daquele pastor derramado no chão, eu chegava a ver o seu corpo todo estraçalhado e muito sangue ao redor. A “maldita voz” sempre mandava eu levantar e pegar o banco onde eu estava sentada e jogar na cabeça dele, graças a Deus a maldita voz não consegui me convencer. Numa oração de libertação a “maldita voz” mandou eu agarrar o obreiro para seduzi-lo, mas não aceitei, lembro-me que o obreiro lutava contra a “maldita voz” e eu lutava contra as ordens dela, foi um inferno nesse dia, pensei que eu não ia vencer nunca aquela situação!

A cada ida minha a Universal era um desafio... Uma luta.... Ou melhor uma guerra.
Mesmo assim continuei indo e passei a ter um desejo enorme de participar da Santa Ceia mas não podia porque eu ainda me relacionava intimamente com ele e não era casada e não era liberta. Então fui até ele e falei que tinha que casar e que só depois que cassássemos dormiríamos juntos novamente, ele disse que nunca abriria mão do meu corpo, tudo menos isso!!!!

Me batizei nas águas assim mesmo contra a vontade dele, a Obreira que me atendeu ela tinha uma paz, um semblante lindo, e a Doce voz dizia, é isso que eu quero te dar.
Naquele momento eu nem ouvi direito o que ela falava apenas via o brilho dos seus olhos e a paz que ela passava. Desci as águas, mas o inferno veio com mais força e sofri o que nunca pensei que sofreria........ e o pior de tudo que minha descida as águas não teve validade diante de Deus, foi apenas um banho que tomei no batistério........ 

SAIBA PORQUE NO PRÓXIMO POST

Talvez você seja batizado nas águas, mas a sua vida seja a mesma, você continua vivendo a vida velha, bom para lhe adiantar, posso afirmar que quando você desceu as águas, você não abriu mão de tudo, você guardou algo contigo que Deus pediu para largar......  


Continua......

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