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terça-feira, 5 de novembro de 2013

MINHA HISTORIA 17ª PARTE – APRISIONADA PELA "MALDITA VOZ"

 Continuei estudando, mudei de escola, e nunca mais vi o traficante, a paixão tinha sumido (tudo muito rápido, coisa diabólica mesmo), queria me concertar, mas não conseguia, porque a "maldita voz" morava dentro de mim e eu não sabia. Fiquei um tempo sem trair meu esposo, mas os sonhos com os espíritos continuaram, as relações sobrenaturais ficavam cada vez mais forte.

Quando meu filho fez quatro meses, caiu de uma altura de um metro e meio mais ou menos, sobreviveu; com sete meses pegou uma bactéria e foi desenganado e quase veio a óbito, uma oração de fé de minha mãe o salvou, com 10 meses pegou uma bactéria na garganta, que dava febre altíssima e convulsões. E assim ele foi crescendo em meio a enfermidades e a acidentes horríveis e questionantes, é como se alguém o conduzisse para o perigo o tempo todo... O mais assustador foi quando ele se jogou na direção de uma carro em alta velocidade, eu consegui segurá-lo por questão de milímetros do pneu. Ele dizia o tempo todo: Mamãe ele me empurrou aqui na costas! Estava apenas eu e ele,  minhas mão estavam ocupadas porque segurava minha sobrinha nos braços que era um bebe. Quem empurrou meu filho em baixo do carro? “a maldita voz” para roubar minha paz e me acusar. 

Na nova escola, conheci outro rapaz  a “maldita voz” deu o comando. Você vai ficar com ele agora!!!, eu pensei, ele não vai me querer, ele é muito bonito, imediatamente, ela disse, pode ir que ele vai sim. Agora a “maldita voz” estava mais autoritária e eu mais obediente, ou seja, ela fazia parte de mim e eu dela como ela planejou desde meus 6 aninhos. Prontamente a obedeci, eu era tão obediente a essa voz do inferno!!!!! eu era um cavalo mesmo, e um cavalo da pior espécie!!!! Me revolto só em lembrar!!
Ataquei! parti para cima!!, tentei seduzi-lo de todas as formas, e ele resistiu a todas as investidas. Porque ele era cristão e eu não sabia.

Como eu queria mudar, uni o útil ao agradável. A "maldita voz" não podia mais me obrigar porque eu tinha feito a minha parte, então desistir de tudo e fui em busca de uma nova vida! Comecei a frequentar a Universal, meu filho tinha 1 ano. Ia todos os dias comigo, estava aparentemente firme, meu esposos estava gostando, estávamos felizes, até propósito fazia. Mas na verdade eu queria que Deus resolvesse um problema, queria que Ele trouxesse apenas um resultado, e ele me deu, logo que recebi a benção, não via mais necessidade de ficar ali, e continuei indo por ir. Os desejos pelas coisas do mundo nunca tinham saído de dentro de mim. A "maldita voz" permanecia viva e a todo vapor roubando tudo o que podia me levar a uma entrega verdadeira para Deus. 

Nunca me preocupou a questão de eu ter que ser filha de Deus, me tornar uma nova criatura. A "maldita voz" me convencia que ir para igreja, já estava bom demais. Não me lembro de nenhuma pregação, de nenhum momento que entendi que tinha chance, ou o que Deus queria para mim é que fosse uma nova criatura, que o que Ele mais queria era salvar minha alma.

As obreiras começaram a se aproximar de mim e do meu filho, minha mãe era ex-obreira, a " maldita voz" manchou meus olhos, eu não deixava nenhuma delas tocar em meu filho ou conversar comigo. Entrava e saia da reunião sem entender nada. Quando uma obreira pedia meu filho para segurar, a "maldita voz" dizia que não era para dar para elas segurarem ou levar para escolinha porque elas maltratavam as crianças. Eu não entendia nada do que era pregado, toda as Palavras eram roubadas de dentro de mim. A “maldita voz” não deixava eu aprender nada. Usava meu filho para me distrair e ainda me afastava das obreiras que queriam me ajudar.

Continua....

Talvez você que está lendo minha história já seja um cristão, mas vive assim, como eu vivi por um ano, dentro de uma igreja, mas a mesma criatura. Não consegue se entrega para Jesus e nem viver sob sua Palavra.  Nunca parou para perceber que está dentro da igreja, mas com a sua alma na mão do diabo como a minha estava.

O que você precisa é reconhecer que precisa de ajuda e buscar essa ajuda. 
Converse com o pastor ou uma obreira(o), abra seu coração, fale o que você sente, pensa e vive, mesmo estando dentro de uma igreja.

NÃO DEIXE A “MALDITA VOZ” DESTRUIR SUA VIDA
TOME UMA ATITUDE AGORA!!!!

ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!

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