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Mostrando postagens de Agosto, 2013

MINHA HISTÓRIA 8ª PARTE – DESEJO MORTAL

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Realmente tudo aconteceu conforme a “maldita voz” tinha dito. Tive minha primeira relação sexual, não posso dizer que foi um dia mágico ou especial, afinal nada era feito com a minha vontade, praticamente eu era obrigada, ou melhor, convencida a ser e fazer o que eu não queria, mas sim o que ela a “maldita voz” queria . Sempre que eu ia fazer algo segundo a vontade dela, eu tinha uma visão de como as coisas aconteceriam detalhe por detalhe, lentamente..., passo a passo..., palavra por palavra..., que muitas vezes eram repetidas várias vezes até eu falar, ao ponto de eu sair de orbita, e achar que eu já estava naquela situação ou quando me dava conta tinha alguém conversava comigo e eu nem ouvia a voz da pessoa, ficava sem graça mas ia levando. Dei início a minha vida sexual e a vontade de conhecer mais homens intimamente ficou mais forte, eu estava com meu namorado, homem que eu amava, mas queria me relacionar com o mundo inteiro. Comecei a perceber que eu não me realizava sexualmente co…

MINHA HISTÓRIA 7ª PARTE – DECISÃO DESASTROSA

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Em meio a brigas com minha mãe que nessa altura já era obreira da Universal, comecei a namorar com meu futuro esposo, eu tinha 15 anos e meio, durante esse período eu só tinha olhos, ouvidos e coração para ele.
Em casa as brigas aumentavam, minha mãe cobrava mais e mais de mim, não deixava eu ir para as festas, eu esperava ela dormir e ia escondido, ela desconfiava de tudo que eu fazia, me perseguia, não tinha sabedoria para lhe dar comigo, pois ela já estava caída espiritualmente mesmo sendo obreira, e eu era muito perturbada, fazia tudo o que não prestava. Mesmo eu estando totalmente errada a “maldita voz” pontuava cada falha dela, cada erro trazendo-me a ideia de que todas discussões era culpa dela e me perguntava: É assim que você quer ser? Para que entrar nessa igreja, para ficar desse jeito?

Eu tinha vontade de ser cristã, queria ser obreira um dia, mas gostava do pecado, achava que ainda não era a minha hora, e nem que eu ia realmente conseguir mudar um dia. A “maldita voz” sabia d…

MINHA HISTÓRIA 6ª PARTE – DUPLA PERSONALIDADE

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Mais uma tentativa de estupro aconteceu, fui perseguida por um carro com vários homens visivelmente embreagados falando coisas horríveis, quando voltava de uma festa de madrugada eu e uma amiga, pensei que não ia escapar, mais uma vez escapei, um vigilante nos socorreu, guardando-nos em sua guarita. Ficava me perguntando por que essas coisas aconteciam sempre comigo? Tinha muita raiva disso tudo, mas esse era meu mundo, a maldição que me perseguiria por muitos anos, eu não sabia como me livrar dela!
A cada dia, minha vida só fazia declinar, sempre aumentava o estágio de destruição, o ódio, o vazio, a tristeza tomava conta das minhas madrugadas, as minhas canções preferidas falavam de um amor que faz sofrer e muita dor, minhas palavras só retratavam dor sofrimentos. Comecei a ser feliz do meu jeito, me tornei uma jovem agitada, para preencher o vazio e esquecer a dor que carregava dentro de mim, risonha nos lábios, porque no meu interior só tinha morte, traumas e dor. Passei a chamar …

O PÃO NOSSO DE CADA DIA

Esta Promessa passa mais do que esperança; Transmite força, ânimo, coragem, fé. Sobretudo, VIDA. Sim, o Próprio Espírito da Vida. Para quem crê. Dispensa interpretação. Mas carece de convicção. Beba e curta o Espírito de Seu Autor. Eu irei adiante de ti, endireitarei os caminhos tortuosos, quebrarei as portas de bronze e despedaçarei as trancas de ferro; dar-te-ei os tesouros escondidos e as riquezas encobertas, para que saibas que Eu sou o SENHOR, o Deus de Israel, que te chama pelo teu nome. Isaías 45.2-3

Fonte: http://www.bispomacedo.com.br/2013/08/06/o-pao-nosso-de-cada-dia/#more-22960
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MINHA HISTÓRIA 5º PARTE - APRENDENDO A SER RAINHA DO MAL

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Assim fui crescendo, rejeitado a Deus em meio a brincadeiras de crianças, pique alto, esconde-esconde, que sempre terminava com algum ato da “maldita voz”, ou algum garoto me agarrava ou eu era tocada por eles com minha permissão, mas eu nunca tinha paz. Poucos momentos pude brincar sem pensar nas podridões que carregavam dentro de mim, quando pré adolescente. Sempre estive um estilo “meninona", não tinha corpo de mulher, embora fosse alta, mesmo assim, era cobiçada até por velhos, onde quer que eu fosse, era desejada, na praia, no ônibus, na rua na escola e assim fui sendo violentada nos pensamentos e no corpo. A cada olhar cobiçador de um homem me fazia ter medo, mas era encorajada pela “maldita voz”, assim fui me tornando o pior exemplo de menina. Uma dia minha mãe chegou na casa em que eu trabalhava como baba e doméstica, ela chegou lá decidida, me levar embora, ela já estava firme na Universal eu não sabia, ela brigou feio com a dona da casa, foi uma guerra espiritual, lembr…